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Araçagi, PB, Brazil
Uma mulher fascinada por conhecimento.Amante da vida,dos livros,dos meus,das letras,suas entrelinhas;Autêntica virginiana,Professora de Línguas e Especialista em Língua,Linguagem e Ensino.

sábado, 19 de junho de 2010

Beautiful x Handsome

No que diz respeito à beleza física de uma pessoa, "beautiful" é sempre usado para garotas e bebês (independente do sexo). Embora para bebês seja muito mais comum o uso de "cute" (gracinha). Assim, ao vermos um bebê podemos dizer algo como "he's so cute" (ele é uma gracinha/tão lindinha). Depois de certa idade evite - pelo amor de Deus - dizer que um homem é "cute". Não pega nada bem!

Para rapazes/homens/garotos o melhor é dizer "handsome" mesmo. Tem também o "good-looking", mas se refere mais à uma "boa aparência". O sujeito pode não ser tão lindão assim! Aliás quando o cara for (ai ai! Não me entenda mal!) "gostoso" em inglês diga "he's a hunk" (ele é gostosão).

Agora se for uma garota "gostosa", "linda", "maravilhosa", de "parar o trânsito", de "tirar o fôlego" dizemos que ela é "gorgeous", "stunning", "knockout", "hot".

Tem um gíria na qual pode-se dizer que a garota é "phat" (pronúncia como o 'fat')! Este "phat" é dito ser a abreviação de "physically attractive" (fisicamente atraente). Ou ainda das seguintes combinações: "pretty, hot and tasty" (bonita, gostosa e deliciosa) ou "pretty hips and thighs" (lindo quadril e coxas)

Bom, acabei falando mais de adjetivos para mulheres do que para homens! Mas espero que você entenda o meu lado! Ah sim, "pretty" para homens não é nada legal! É melhor deixar este adjetivos para mulheres. Por isto temos o filme "Pretty Woman"...

Para encerrar, saiba que um homem "beautiful" pode até ser, mas aí quer dizer que a beleza do sujeito tem traços femininos. Já uma mulher "handsome" também é possível, desde que a beleza dela tenha traços masculinos. Em todo caso, siga meu conselho: evite trocar as bolas; prefira sempre "beautiful" para mulheres e "handsome" para homens.

See you tomorrow, guys!

http://denilsodelima.blogspot.com/2008/01/beautiful-x-handsome.html

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Como aprender inglês com as séries de TV


As séries de TV podem ser um ótimo instrumento para aprender inglês. Principalmente para quem tiver dificuldade para estudar através do modelo tradicional de ensino de idiomas, que combina explicações gramaticais a exercícios repetitivos de memorização. De forma despretensiosa,você pode desenvolver uma boa compreensão de diálogos assistindo à sua série favorita – citarei Friends. Comece vendo os episódios na TV e depois compre os DVDs das temporadas. O que antes representava um “descanso mental”, passará a ser uma forma de estudo e você acabará criando uma sistematização para isso. Deixo aqui a experiência de Julia Engler Daólio para quem quiser tentar:
  1. Escolha – Decidir qual série escolher é passo muito importante para o êxito de todo o processo. Dê preferência àquelas que retratam situações cotidianas.
  2. Com legendas em português – Assista aos episódios com legenda em português. Nessa etapa você pode relaxar e curtir o programa. Concentre-se, por enquanto, apenas no conteúdo. Na verdade, a despreocupação e o envolvimento com a trama vão ajudar nas etapas seguintes;
  3. Sem legendas – “Volte a fita” e assista novamente, mas desta vez sem legendas. Mesmo sem entender boa parte das falas, você vai se lembrar da essência da história. Daí a importância de escolher uma série de que você goste bastante, pois esta etapa depende do seu envolvimento com os personagens e a trama;
  4. Com legendas em inglês – Assista pela terceira vez, mas com a legenda em inglês, lendo atentamente, pausando se necessário, e anotando as expressões que não conhecer. O foco passa a ser exclusivamente o idioma, pois a essa altura você já decorou a história.
  5. Manutenção – Assista, de preferência sem legendas, aos episódios de vez em quando para não deixar que o vocabulário aprendido caia no esquecimento.

A série escolhida por mim é uma sitcom, abreviação de situation comedy, o mesmo que “comédia de situação”. A vantagem deste gênero é que ele traz situações corriqueiras, e, com elas, diálogos recheados de expressões cotidianas. Você mergulha no universo da língua, se familiariza com a sua estrutura, com a pronúncia das palavras, além de ampliar o vocabulário. A comédia foi gênero que eu usei, mas nada impede que você tente aplicar essa metodologia ao programa de sua preferência.

Não espere resultados milagrosos depois de uma semana. Não existe também um número mágico de X episódios para você atingir um nível razoável de compreensão. É óbvio que quanto maior a exposição ao idioma (Cf. “Vocabulário: Exposição“), melhor, mas cada um tem seu próprio ritmo. Lembre-se de que “regularidade”,é imprescindível.

Também é importante deixar claro que este método pode dar certo para algumas pessoas e para outras não. Cabe a cada um entender qual é o tipo de metodologia que mais combina com você. Essa é a história de Júlia, de quase dois anos, com as 10 temporadas de Friends. Espero que ela possa ajudar àqueles que vivem situações semelhantes. Se você tiver dúvidas, sugestões ou quiser relatar uma experiência parecida, deixe sua contribuição nos comentários.

Um abraço!

domingo, 6 de junho de 2010

Como se diz “usar” em inglês: “USE” ou “WEAR”?

Como se diz “usar” em inglês: “USE” ou “WEAR”?

Precisão e Adequação Vocabular

Dúvidas nossa do dia-a-dia!!
Confira essas dicas para não titubear na hora de escrever:Alinhar à esquerda

ACABA COM ou ACABA EM?

A frase é: “Sequestro acaba com dois mortos e três feridos.”
Melhor seria: “Sequestro acaba em dois mortos e três feridos.”
“Acabar com dois mortos e três feridos” é confuso e paradoxal. Que significa “acabar com dois mortos”? E “acabar com três feridos” significa execução e morte? O fato é que, quando o sequestro acabou, havia dois mortos e três feridos. A confusão se deve a dois “culpados”: o “ambíguo” verbo acabar e a preposição “com” indevidamente usada em lugar de “em”.
Cuidado com o excessivo uso do verbo tirar. Hoje em dia, tiramos título de eleitor, tiramos pressão, tiramos impressões digitais… Se continuar assim, em breve não teremos mais nada!!! Ora, na verdade, nós só tiramos o título de eleitor da gaveta quando vamos votar. Quando alguém não tem o título de eleitor, em vez de tirar, é melhor solicitar sua confecção no órgão competente. Quanto à pressão, é melhor medi-la. Se “tirar a pressão”, você corre o risco de morrer. E, por fim, tirar as impressões digitais certamente causará muita dor!!!

PRECISAMENTE ENTRE ou ENTRE?

A frase é: “Os assaltos aconteceram precisamente entre as 18h e as 20h.”
O adequado é: “Os assaltos aconteceram entre as 18h e as 20h.”
O advérbio precisamente significa “com precisão”. Só podemos utilizá-lo quando se quer precisar algo, quando é necessário determinar a hora com exatidão. Se a ideia não for precisa, podemos usar o advérbio aproximadamente ou expressões do tipo “por volta de”, “em torno de”: “O assalto aconteceu aproximadamente às 18h”.
Por outro lado, também é inadequado usar o advérbio aproximadamente quando o número for preciso: “Compareceram ao encontro aproximadamente 453 pessoas” ou “A reunião começou aproximadamente às 15h17min.” Agora sim poderíamos usar os advérbios precisamente ou exatamente: “Compareceram ao encontro precisamente 453 pessoas” e “A reunião começou exatamente às 15h17min.

A PARTIR DE ou DESDE?

A frase é: “Ele é nosso empregado a partir de janeiro de 1996.”
O correto é: “Ele é nosso empregado desde janeiro de 1996.”
Não devemos usar a expressão “a partir de” quando a referência for a tempo passado. Para isso, temos a preposição “desde”: “Ele está morando no Rio de Janeiro desde 1973”. Só usaremos a expressão “a partir de” se a referência for a tempo presente ou a tempo futuro: “O contrato está valendo a partir de hoje”; “Ele será nosso empregado a partir do próximo mês”.
Um grande empresário teria começado sua fala assim: “Desde que sou pequeno…” Isso só seria possível se alguém, depois de ser grande, foi decrescendo, até ficar pequeno… Talvez um gigante que tenha ficado anão!!! É lógico que o nosso humilde empresário se referia ao desempenho econômico da sua empresa, que já tinha sido uma grande potência, mas agora se tornou pequena no mercado.

JUSTAMENTE ou PRECISAMENTE?

A frase é: “A bomba caiu justamente no Hospital da Cruz Vermelha.”
É mais adequado: “A bomba caiu precisamente no Hospital da Cruz Vermelha.”
Não é uma questão de certo ou errado. O advérbio justamente pode significar “precisamente, exatamente”, mas pode provocar mal-entendidos, pois pode significar também “com justiça”. É claro que não era a intenção de quem escreveu a frase. É óbvio que ele não queria dizer que foi justo a bomba cair no hospital, que a queda da bomba tenha feito justiça. Em razão disso, em situações como essa, o melhor é evitar o advérbio justamente e usar precisamente ou exatamente.
Frases ambíguas são sempre perigosas. Imagine o seguinte comentário a seu respeito: “Você foi justamente substituído pelo seu maior inimigo”. Observe que a frase admite duas interpretações: que você foi substituído precisamente pelo seu maior inimigo ou que você foi substituído com justiça pelo seu maior inimigo. Não sei o que é pior.

TERMINAR ou ACABAR?

A frase é: “O diretor terminou de chegar para a reunião das 10h.”
É melhor: “O diretor acabou de chegar para a reunião das 10h.”
Devemos evitar o uso do verbo terminar mais infinitivo. Em vez de “terminou de chegar”, é melhor “acabou de chegar”; em vez de “terminou de escrever um livro”, é preferível “acabou de escrever um livro”.
O verbo acabar também merece uma observação. Devemos evitar o uso do verbo acabar com os verbos começar, iniciar, terminar ou com o próprio verbo acabar. Observe que construções estranhas: “O jogo acabou de começar”; “O filme acabou de terminar”. Pior ainda é a aula que “acabou de acabar”.

CUSTAS ou CUSTO?

A frase é: “Recebeu uma ajuda de custas.”
O certo é: “Recebeu ajuda de custo.”
Toda ajuda é de custo. Você pode receber uma ajuda para pagar as custas de um processo, mas não existe “ajuda de custas”.
Qual é forma correta? “Ele vive às custas do pai ou Ele vive à custa do pai”? Embora seja usual e alguns autores já aceitem, a locução prepositiva “às custas de” deve ser evitada. É preferível seguir a tradição: “Ele vive à custa do pai”.

CERCA DE ou ???

A frase é: “Respondeu a cerca de 43 perguntas.”
O adequado é: “Respondeu a 43 perguntas.”
Não devemos usar “cerca de” para números exatos ou quebrados. Foram “precisamente ou exatamente 43 perguntas”. Só podemos usar “cerca de, por volta de, em torno de, aproximadamente” com números redondos: “Respondeu a cerca de cem perguntas”; “Eram em torno de 500 candidatos”; “Estavam presentes aproximadamente dez mil manifestantes”.
Devemos tomar muito cuidado com os números. Comparações exageradas podem prejudicar a clareza da frase: “Com o dinheiro do prêmio daria para comprar 350 escritórios na Avenida Paulista”. Confesso que imagino ser muito dinheiro, mas não tenho ideia da quantia. Você saberia me dizer se um apartamento onde coubessem dez milhões de caixinhas de fósforo é grande ou pequeno. Nem eu.

CHANCE ou RISCO?

A frase é: “A chance de ele ser condenado é enorme.”
O adequado é: “O risco de ele ser condenado é enorme.”

Não devemos usar “chance” para coisas negativas. Chance e oportunidade são palavras de carga positiva: “Ele tem a chance de ser absolvido”; “Finalmente, eles têm a oportunidade de serem os campeões”. Para coisas negativas, a palavra “risco” é mais apropriada.

Outra palavra de carga negativa é o verbo “tachar”. Você já viu alguém ser “tachado” de herói, de craque ou de inteligente? É óbvio que não. Quando alguém é tachado, pode esperar coisa ruim: “tachado de corrupto, de burro, de perna de pau, de ladrão…”

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Re-começando!


Outrora, criei um blog com o intuito de interagir boas ideias,expor ponto de vista, divulgar notícias e informações que achasse pertinentes,e até postar coisas minhas, rotineiras,pessoais,afinal,blog tem dessas coisas para ficar com nossa cara;porém, não dei continuidade às ideias que me cutucavam naquele momento,por falta de tempo, comodismo e\ou até falta de criatividade em postar coisas que agradassem a muitos;não sei.O que sei é que o meu blog não vingou,ficou adormecido em uma página qualquer da web porque eu sequer exclui a conta.Bem a minha cara ter esssas impulsividades que não conseguem chegar ao seu clímax, no máximo, chegam ao conflito(.rs)Mas, estou tentando me livrar desse meu lado "pela metade" e tô de volta ao fantástico mundo do blog, como um boa filha que sou, retorno a casa,mas não com um blog de caráter extremamente pessoal,meu propósito é divulgar,postar,compartilhar curiosidades,informações acerca das línguas Portuguesa e Inglesa,como também,disseminar notícias e tudo aquilo que eu achar conveniente na minha área ou não,ou seja, Moldarei, aqui e ali, um pouco de minhas impressões e apreensões pelo mundo cotidiano,educacional entre outros,e trarei também um pouco mais de senso comum, de tolices e baboseiras da rotina diária. Também anseio que este novo espaço possa ter ao menos um texto novo a cada semana, para que eu não possa me permitir abandonar, de novo, a casa. Até pq o imprevisível me norteia seeempree. Mas não esperem muito por coisas elaboradas e enoooormes; talvez haja, talvez não. Este projeto começa com a certeza boa de que nada é certo e suficientemente ao agrado de todos.Tenho dito!

A profissão que escolhi!!



A profissão que escolhi para muitos é sinônimo de sofrimento e baixo salário. Realmente! Em um país em que a cultura não é valorizada e o saber não é bem-vindo,o professor mtas vezes se torna uma figura ultrapassada, um coitado!Ainda bem que eu não tenho pena de mim mesma! Ainda bem que eu sei do caráter intelectual do professor! Detentor e transmissor de conhecimento, e por isso mesmo, alguém que possibilita novos horizontes, novas perspectivas de vida!No inicio não pensava que fosse gostar tanto de lecionar, mas com o tempo minha vontade era fazer pensar, discutir, dialogar com adolescentes e/ou adultos, pessoas que já trariam consigo uma experiência maior de vida, de faixa etária não tão diferente da minha, ou talvez diferente;considero que em meus oito anos de magistério tenho passado por diferentes realidades e por isso alcançado um bom grau de experiência.Fico triste pq ainda há mta acomodação, mta falta de perspectiva , revolta.É muito difícil se dar conta de que mtos de nossos alunos so vão à escola para comer a merenda ou receber o Bolsa escola. Nós, educadores, passamos por constantes desafios! Este ano tenho refletido sobre meus objetivos, meus anseios, meus medos e mesmo sobre minha vaidade. Tá sendo um ano Sofrido. Perturbador.desafiador. E, não menos proveitoso. Animador.Minhas dúvidas sobre continuar na profissão cresceram cada vez mais e eu me questionava sobre o q realmente queria pra minha vida. Foi ao me imaginar como não-professor que pude entender o quão admirável é ser professor. Foi ao entender as desilusões que pude voltar a me "iludir".Uma de minhas dificuldades era não conseguir enxergar o que faria, que profissão escolheria, se abrisse mão da minha. E, se eu iria mudar de profissão, porque não escolher uma que me desse maior retorno financeiro? Por qual optar? Resolvi não optar por nenhuma, mas também não descartar! Tô buscando outros caminhos mas sem me distanciar do que estou.A atitude que me norteia no momento é viver um dia de cada vez, Procurando dar importância ao que me faz bem, não alimentar o sofrimento, ir a novos lugares, conhecer novas pessoas, aprofundar meu conhecimento em assuntos que me dão prazer. Fazer a diferença, aos poucos.Não tenho meios (e nem acredito que alguém tenha) de dizer: Esta será minha profissão pelo resto da vida! Não podemos estabelecer nada com tamanha duração. Mas, depois de me reapaixonar pelo magistério, não me importaria se isso fosse verdade!Amo todos os meus alunos: os que fizeram parte da minha vida, os que fazem e os que ainda farão! Amo o conhecimento que adquiri até aqui! E ainda mais o que está por vir! Parabéns, professores!Cultivemos nossas paixões!Elas podem ser muuitas!